Este documentário, de Luiz Gobern Lopes, Fernando Silva e Francisca Serrão, vem preencher uma carência na história da resistência ao regime ditatorial salazarista: a oposição armada.
Desculpa, mas não encontramos nada.
Desculpa, mas não encontramos nada.
Em 1961 anos o Portugal salazarista começava a guerra pela manutenção das colónias. Convém escrever que o regime do Estado Novo nunca reconheceu a existência de uma guerra, considerando que os movimentos independentistas eram apenas terroristas e que os territórios não eram colónias, mas províncias e parte integrante de Portugal.
Esta micro-história da livraria Utopia, um facto absolutamente marginal e periférico, só comprova que algumas coisas podem acontecer, e acontecem, nos interstícios do Sistema sem terem sequer, e muitas vezes não querendo ter, visibilidade, mesmo que nesta sociedade contemporânea haja a pretensão totalitária de só legitimar como existente o que se deixa ver.
Leituras de Outono Da permanência do cinzento e dos meios para o suprimir I Estávamos no ano de 1967, andava eu muito descontente com os meus 20 anos, quando um...
A perseguição de que foi alvo, motivada em parte por acusações de instigação de atos sediciosos, fez com que o seu nome sobressaísse nos então emergentes meios de comunicação sensacionalistas: a temível Red Emma.
Emma Goldman é um nome que evoca as extraordinárias convulsões sociais de há cerca de um século, período em que os ideais do anarquismo mais acerrimamente enfrentaram a exploração capitalista.