A política de do no harm é uma mentira que um relatório recente vem destruir definitivamente.
Desculpa, mas não encontramos nada.
Desculpa, mas não encontramos nada.
A política de do no harm é uma mentira que um relatório recente vem destruir definitivamente.
Cerca de mil organizações civis e 130 cientistas unem-se aos movimentos anti-mineração e exigem que Bruxelas cancele os projectos relacionados com as «matérias-primas críticas», numa altura em que a Savannah Resources anda pela Barroso a tentar invadir terrenos que não são seus.
Um volume de dinheiro enorme e amplamente em contra-ciclo com os discursos da descarbonização.
Conforme noticiávamos em Fevereiro, «a Mina do Romano, que abrange uma área de concessão de 845,4 hectares em área Património Agrícola Mundial e Reserva da Biosfera, teve três EIA [Estudos de Impacto Ambiental] apresentados pela Lusorecursos que nem chegaram a ser considerados pelas autoridades do Estado português, tais eram as suas insuficiências.
Em 31 de Maio, a ampliação da Mina do Barroso obteve, por parte da Agência Portuguesa do Ambiente, uma Declaração de Impacto Ambiental favorável, ainda que condicionada ao cumprimento de...