Centenas de pessoas ocuparam as ruas de Lisboa por justiça, no passado sábado, 20 de Junho. O ponto de partida foi o Largo São Domingos, passando pelo Rossio e Praça...
Desculpa, mas não encontramos nada.
Desculpa, mas não encontramos nada.
Centenas de pessoas ocuparam as ruas de Lisboa por justiça, no passado sábado, 20 de Junho. O ponto de partida foi o Largo São Domingos, passando pelo Rossio e Praça...
Autoridade e Integração! No início deste ano, morreu Miguel Cesteiro, homem vivido, cigano, que sempre encontrou problemas de estabilidade nos municípios por onde passou, problemas com as autoridades no diálogo...
Ana Rita Alves relata-nos em “Quando Ninguém Podia Ficar. Racismo, habitação e território” (Tigre de Papel, 2021) a história do bairro de Santa Filomena na Amadora e de como o...
Quando o sonho americano se transforma em pesadelo Numa entrevista recente a uma revista francesa, diz o escritor irlandês-americano Colum McCann: «Ninguém sabe o que poderá vir a passar-se nos...
Mais uma vez, a polémica sobre o racismo em Portugal tornou-se escaldante e transbordou para as ruas. O assassinato em Moscavide de Bruno Candé, com claros contornos racistas, foi o detonador.
Na noite de 10 de Junho de 1995, Alcindo Monteiro era assassinado em Lisboa por neo-nazis, acordando o país para a questão da extrema-direita e do racismo impregnados no(s) Dia(s) de Portugal.