Mais três cartas que nos chegam de diferentes prisões relatando a difícil e silenciada realidade a que se enfrentam milhares de pessoas encarceradas em Portugal.
Desculpa, mas não encontramos nada.
Desculpa, mas não encontramos nada.
Mais três cartas que nos chegam de diferentes prisões relatando a difícil e silenciada realidade a que se enfrentam milhares de pessoas encarceradas em Portugal.
Queremos acreditar que as nossas posições sobre o que se está a passar na Ucrânia serão claras para a maioria d@s leitor@s do Jornal MAPA, mas, para o caso de não serem, aqui vão.
A redução das viagens aéreas desde o início da pandemia de Covid-19 travou temporariamente a vontade da multinacional Vinci e do governo português de procederem com o projeto faraónico da expansão do aeroporto de Lisboa.
Por serem em menor percentagem, mas não só, as mulheres nas prisões são relegadas para a invisibilidade e para o silenciamento, permanecendo obscurecidas as suas experiências de encarceramento, bem como as das dezenas de crianças (até aos 3 anos e, em casos especiais, até aos 5 anos) que habitam nas prisões junto das mães.